terça-feira, 11 de outubro de 2011

Dia do Fisioterapeuta! Viva o nosso Dia!!!!

O que falar desse dia que representa tanto para mim?

Ter escolhido essa profissão após a Educação Física e a canoagem (como atleta e professora) me deu tantas alegrias que não conseguiria enumerar nem os motivos, nem as vezes em que me senti feliz por tal decisão.

É verdade que ser fisioterapeuta exige dedicação, coragem, determinação, muita entrega, muito estudo, atualização constante, energia, saber lidar com o sofrimento alheio sem se deixar levar nem pela frieza, nem pelo envolvimento demasiado que nos tire a objetividade, é se sentir na corda bamba, ou se deixar levar como um trapezista ... Ufa!!!  Parece muito, mas não é nada diante de uma expressão genuína de agradecimento, por um sofrimento diminuído, por um movimento reabilitado, por uma atividade restabelecida, por uma redescoberta de si próprio!

É mágico, é envolvente, é tudo de bom e mais um pouco...

Para todos vocês que foram um dia meus pacientes, para os que são agora, para meus ex-alunos, para os atuais, para tantos queridos colegas e para todos os que conjugam comigo o verbo "Fisioterapeutear"! Um Super VIVA!!!!!!!

E citando Regina Figueirôa:

"Brindemos todos juntos... por todos aqueles que justificam a nossa existência profissional... por uma atuação pautada pela ética e responsabilidade social... pela dignidade e credibilidade das nossas profissões... por um PROFISSIONAL que seja capaz de... se sensibilizar perante a dor e sofrimento alheios.... defender o direito à vida e a dignidade das pessoas... assumir uma atuação independente, livre de ingerências... denunciar as distorções e as arbitrariedades corporativistas... lutar pela valorização da profissão.... fortalecer suas entidades de classe.... que seja capaz de recompor suas energias para prosperar em sua missão e viver feliz todos os seus dias!!!"

FELIZ DIA DO FISIOTERAPEUTA E DO TERAPEUTA OCUPACIONAL!

Para todas as crianças...

Amanhã, dia 12 de Outubro, é o dia das crianças.

Quero muito brindar a todas as crianças que nos ensinam através de sua pureza, da sua alegria, das suas brincadeiras e da sua infindável criatividade.

Quero também comemorar e poder reviver a criança que fica por vezes adormecida em nós!

Sempre que isso acontece nós perdemos a abrangência da vida, de tudo o que podemos aproveitar dela.

Aqui vai um alô especial às crianças que precisam mais de nossa atenção e carinho e também àquelas que nos dão belas lições de como é viver plenamente a vida apesar das deficiências.

Um super, hiper, ultra DIA das CRIANÇAS para todos nós!

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Escoliose : Usar colete pode ser mais fácil do que se imagina... parte II

Diante das dificuldades e repúdio inerentes ao uso do colete no tratamento da escoliose decidi fazer uma campanha de conscientização.

Apesar do desconforto físico e emocional atribuído a ele como mostrado no post de mesmo título ... parte I, quando o seu uso é indicado é indispensável que tudo seja feito para assegurar esse uso, sob o risco de comprometer o resultado do tratamento, que pode significar o aumento ou piora da curva escoliótica.

Para isso estou trazendo mais dicas para facilitar o uso do colete.

Você sabe que existem exercícios específicos na fisioterapia que atuam na sua adaptação e portanto maior aceitação?

1º- ao se decidir que será preciso seu uso, fisioterapeutas especializados em tratamento de escoliose têm como ferramenta, exercícios que preparam o corpo para utilizar o colete. Mobilização, conscientização e adaptação são os principais objetivos nessa fase;

2º- durante seu uso há exercícios que, por serem específicos, se dirigirão aos músculos e aos padrões de movimento e postura na direção da correção, sempre levando em conta a tridimensionalidade.
Esses exercícios também tornarão mais viável o uso do colete, capacitando a fuga dos pontos de pressão, com isso proporcionando mais conforto, além de trabalhar  a função respiratória;

3º- na época da retirada do colete, os exercícios atuarão no sentido de prevenir a perda da correção que normalmente ocorre nessa fase, pois os musculos posturais estão fortalecidos, devidamente trabalhados.

Podemos concluir que apesar do fato de ainda ser desconhecida , a atuação da fisioterapia especializada é indispensável no tratamento conservador (não cirúrgico) da escoliose, especialmente na presença do colete ortopédico.

Atualmente o maior impedimento para a sua utilização é o desconhecimento por parte dos médicos, que, por isso, não indicam a fisioterapia que é, sem dúvida alguma, uma poderosa aliada no processo  desse tratamento.
Nós fisioterapeutas temos, então, a missão de nos fazer conhecidos pelos médicos para que possamos formar uma equipe coesa que trabalhe para assegurar  o objetivo comum: a eficácia e o sucesso do tratamento da escoliose. Para isso temos que nos comprometer, estar devidamente preparados e apresentar fundamentação científica, que baseie nossas atuações e se reflitam nos nossos resultados.

Por enquanto essa é uma vontade férrea, mas estou fazendo e farei tudo a meu alcance para que, muito em breve, esse tão sonhado trabalho multidisciplinar, se torne realidade.

Vamos nessa!!!!

Em breve, mais um post dessa sequencia com Blogs úteis e super legais para vocês!

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Avaliação fisioterapêutica e diagnóstico cinesiológico-funcional

Da  avaliação fisioterapêutica surge o diagnóstico cinesiológico-funcional.

Para quem não sabe, cinesiológico significa estudo do movimento. Cine = movimento e logo = estudo.

Aproveito a oportunidade para mais uma vez esclarecer que há diferença entre diagnóstico realizado pelo médico e o diagnóstico realizado pelo fisioterapeuta.

"Existe uma diferença entre o diagnóstico médico e o diagnóstico fisioterapêutico. Não no processo em si – é o mesmo em ambos os casos – mas nos fenômenos que estão sendo observados e classificados. O fisioterapeuta não identifica a doença no sentido da patologia básica, mas grupos de sinais e sintomas relacionados a comportamentos motores e limitações funcionais físicas do paciente. Desta forma, o diagnóstico médico encaminhado ao fisioterapeuta não fornece esclarecimentos suficientes para fundamentar o processo de tratamento.

A essência da fisioterapia é a restauração da função do movimento e da postura e a natureza dos fenômenos envolvidos na disfunção do movimento e da postura é que constitui o foco da intervenção do fisioterapeuta e o esquema de classificação diagnóstica. Enquanto o médico trata de uma questão patológica básica fundamental e primária, o diagnóstico do fisioterapeuta está ligado a função."
                                                       Fonte: terapia do movimento

Nós fisioterapeutas então vamos verificar o grau de comprometimento que a lesão imprime ao movimento.

Para facilitar essa compreensão, vamos a um exemplo:

Um paciente chega com queixa de dor no joelho e diagnóstico de tendinite. 
Esse diagnóstico é feito pelo médico que o encaminha para a fisioterapia. Pois bem,  nós fisioterapeutas iremos avaliar o quanto essa tendinite está afetando a capacidade de movimento - a função - desse paciente. Isso sem falar que antes devemos nos certificar se estamos diante de uma tendinite ou de uma tendinose.
O ideal é que a a nossa avaliação compreenda a estrutura em si, no caso o tendão, a estrutura do joelho, pelo menos as duas articulações adjacentes, ou seja, quadril e tornozelo, a postura do joelho, a postura corporal na estática e na dinâmica.

Temos que ter em mente que uma dor faz com que o corpo se adapte para continuar em movimento e assuma uma postura diferente que é denominada antálgica. 

Quanto mais tempo a pessoa ficar com a dor, maior será o número de estruturas comprometidas.

No meu curso falo muito sobre isso. 
Meus anos de prática clínica demonstraram que temos que ir atrás de pistas que nos levem a desvendar o mistério do efeito em cascata que ocorre após uma lesão.
Muitas vezes temos que atuar em áreas distantes da região afetada para alcançarmos sucesso no tratamento.

Lembro mais uma vez que dificilmente o problema se atem a afetar apenas uma área do corpo. No exemplo dado, a lesão do joelho pode afetar outras estruturas ou mesmo  pode ter ocorrido por um desarranjo postural. (Principalmente se a tendinite/tendinose não resultou de trauma direto, mas por microtraumas de repetição.) No corpo humano todas as estruturas são interconectadas e interdependentes.

Nas figuras podemos fazer um paralelo:

Se uma postura estática (acima) nos revela uma alteração da posição normal dos joelhos, devemos verificar se o mesmo ocorre em movimento. No exemplo ao lado temos o agachamento que é um movimento que repetimos várias vezes ao longo das nossas vidas, como por exemplo, quando sentamos e levantamos de uma cadeira.

Esse padrão incorreto pode, ao longo do tempo, desgastar as articulações devido ao desequilíbrio de tensões que agem sobre elas. E sabemos que não se limita aos joelhos mas influencia todo o corpo.

Espero ter contribuído para esclarecer a diferença entre o diagnóstico clínico e o diagnóstico cinesiológico-funcional.

A avaliação fisioterapêutica é fundamental e indispensável no processo de recuperação de uma lesão musculo-esquelética!

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Porque montei um curso de avaliação fisioterapêutica

A avaliação é como um mapa de tesouro. Nos leva ao nosso alvo, evitando que possamos cair em armadilhas ou que sejamos desviados do nosso caminho. 

A avaliação fisioterapêutica é o ponto que desperta mais dúvidas no início da prática profissional.
    
Na época em que atuava como supervisora de estágio, meus alunos já me pediam para montar um curso de avaliação.

Já se passaram 9 anos; demorei pois queria montar um curso que acrescentasse algo de utilidade   imediata, que é a marca de meus cursos. 
Tenho sempre o cuidado de aliar o enfoque pedagógico à preocupação de tornar a prática mais precisa com informações  fortemente embasadas na ciência. 

Depois de todo esse tempo de intenso atendimento clínico, mais o ensino universitário por 10 anos, acrescidos à formação continuada,  venho trazer esse curso que conta com informações valiosas.

Nós fisioterapeutas devemos ter o nosso raciocínio voltado para a complexidade do Sistema de Movimento Humano.
Ao utilizarmos ferramentas que nos permitam avaliar os padrões de movimento, associando com as técnicas convencionais de avaliação, alcançaremos um melhor entendimento da função comprometida.
Utilizando e empregando esse paradigma criamos uma abordagem consistente para tratar a disfunção músculo-esquelética.
Além disso a pesquisa tem revelado que a observação do movimento humano pode e deve ser usada para o desenvolvimento de estratégias de prevenção de lesões.
É a tomada da terapêutica integrada, da convergência de várias informações com objetivo maior: restabelecimento da função perdida.

Por fim, é ótimo apreveitar a oportunidade - já que estamos na época da votação do Ato Médico - para falar da distinção entre diagnóstico clínico que deve ser feito pelo médico e o físico-funcional, pelo fisioterapeuta. (nesse link você encontra esse esclarecimento)
As profissões são diferenciadas pois suas atuações são diferenciadas! Cada um na sua área de atuação e todos em prol de um bem maior : o melhor atendimento ao nosso paciente.
Esse paciente precisa que todos nós, de diferentes profissões da área biomédica, trabalhemos em conjunto.

Obs/ Estamos entrando em Outubro, mês do módulo I do curso e restam poucas vagas.

domingo, 25 de setembro de 2011

Escoliose : Usar colete pode ser mais fácil do que se imagina... I

Nós que estamos envolvidos com a escoliose, de alguma maneira, sabemos que o uso do colete ortopédico apresenta suas dificuldades. Geralmente é associado a sofrimento e desconforto tanto físico quanto emocional.
Quanto à questão emocional vai desde o se sentir diferente, alvo dos olhares alheios, ou ainda ser ridicularizado por colegas, no meio social que frequentam quando recebem apelidos e são motivo de brincadeiras de mau gosto.
Ao longo dos anos como fisioterapeuta tratando de escoliose percebi o quanto pode ser difícil, tanto para quem o usa como para seus pais e familiares, porém há pessoas que enfrentam esse problema de forma mais positiva.
Foi com imenso prazer que encontrei o Blog da Moarah, uma adolescente, ela mesma portadora de escoliose, que divide conosco suas experiências com o uso do colete, intitulado : Uso colete Milwaukee  .
Ela com 12 anos nos transmite uma surpreendente maturidade.
Compreende a importância da utilização do colete para o sucesso do tratamento de sua escoliose.
Como pessoa fico encantada e como profissional de fisioterapia fico muito, muito feliz e realizada por 2 motivos:
1º pelo fato dela se dedicar a ajudar outros a aceitarem o uso do colete , facilita a vida de muitos deixando o fardo que poderia ser pesado demais, mais leve, mais fácil de levar;
2º como ela entende a importância da associação dos tratamentos, o ortopédico representado pelo colete e o fisioterápico representado, no caso dela, pelo RPG - Reeducação Postural Global - é porta-voz de boas notícias: a de que o tratamento correto pode ser eficaz. Pode-se alcançar resultados realmente bons se as medidas necessárias forem tomadas a tempo e se o tratamento for corretamente indicado e posto em prática.
Além disso, no seu blog ela dá dicas de como se vestir, apanhar objetos no chão, nos mostra como se faz o colete, enfim dá dicas super úteis que se convertem num suporte fundamental.
E, no seu último post, nos conta sobre a melhora de 10 graus na sua curvatura, incontestável mesmo para os mais incrédulos no valor da fisioterapia especializada no tratamento de uma patologia tão desafiadora como a escoliose.
A Moarah é muito especial e sou sua fã!
Se você tem escoliose ou conhece alguém que usa colete ou vai ter que usar, saiba que há muito o que se fazer para facilitar esse momento e torná-lo mais agradável. 
Eu nunca vou desistir de tentar ajudar.
Vamos juntos nessa jornada que pode nos trazer muitas alegrias e realizações.

sábado, 10 de setembro de 2011

Fisioterapia é F U N D A M E N T A L !!!

Natália Runco, fisioterapeuta de Ricardo Gomes
(Foto: Rafael Cavalieri/Globoesporte.com)
Hoje, ao me deparar com a matéria: "Fisioterapia ganha papel fundamental na recuperação de Ricardo Gomes" no globoesporte.com , me senti feliz e honrada por ser fisioterapeuta.

E, sinceramente aliviada após a infeliz colocação de um autor de novela que demonstrou com seu comportamento, além da óbvia ignorância, uma inaceitável soberba.

Essa é a melhor resposta que se pode dar.

Com isso, me vi na responsabilidade de trazer essa emocionante e bela matéria. Quanto mais pessoas conhecerem a abrangência e as diversas áreas de atuação da fisioterapia, mais essa nobre profissão terá a chance de atingir o patamar de reconhecimento que merece.
Como a minha fé e o meu amor pela fisioterapia crescem e se cristalizam a cada dia venho com imenso prazer compartilhar essa notícia com vocês.

Quando os profissionais de saúde agem em equipe, cada um na sua área de conhecimento e atuação específicos, o maior beneficiado, sem dúvida alguma, é o paciente, aquele que nos deposita toda a sua confiança.

Leia!!! Vale muito a pena!!!
Clique no link abaixo:

Natália Runco coordena equipe que realiza sessões diárias no treinador.

P A R A B É N S  Natália!!!!  

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Escoliose e Core Training aplicado a Fisioterapia

A escoliose é angustiante e afeta a auto-estima. No entanto, muito pode ser feito para ajudar; o que realmente importa é escolher o caminho certo para você. Além disso, é bem mais comum do que você pensa, apesar de eu reconhecer que é difícil encontrar alguém com ela quando você está no   shopping ou mesmo no seu colégio.
Novas idéias estão surgindo o tempo todo, novos tipos de colete e novas alternativas de terapia. Investigue todos antes de se decidir sobre a cirurgia. Com isso não estou dizendo o quê fazer ou não fazer, apenas creio que é extremamente importante saber dos tratamentos em vigor, claro que os abalizados e respaldados cientificamente e, que acima de tudo, apresentem resultados e proporcionem bem estar.

Então, exercite-se! Além dos exercícios fisioterápicos específicos (cinesioterapia própria para a escoliose),    

sábado, 3 de setembro de 2011

Escoliose, muito além do colete e da cirurgia...

Muitos sabem do meu amor,  compromisso e dedicação pelo tratamento da escoliose.

Esse ano tive a chance de conhecer pessoalmente o ISICO em Milão, um instituto que se dedica ao estudo, pesquisa e tratamento conservador da escoliose.
Para quem não sabe, conservador se refere ao não cirúrgico.

Hoje, quando procuramos por informações parece que só encontramos indicações para cirurgia e colete.

O que constatei na pesquisa e infelizmente constato no meu dia-a-dia, é a falta de comunicação entre os profissionais de saúde.

Precisamos mais do que nunca de uma ação interdisciplinar, aonde o médico, o fisioterapeuta, o técnico do colete e o psicólogo "falem" o mesmo idioma, agindo em prol do bem estar e melhor tratamento para o paciente de escoliose.

Antes de mais nada temos que agir com responsabilidade e acima de tudo munidos de conhecimento técnico. Sendo assim o que interessa saber é que podemos e devemos agir nas escolioses menores; não devemos esperar que elas crescam muito pois daí diminuímos as chances de bons resultados.

Para transformar essa realidade devemos:

#  efetivar a avaliação nas escolas. O teste é simples, como se pode ver no post Escoliose, o maior dos desafios , e extremamente importante;
# reunir grupos de portadores de escoliose para trocas de informações e vivências, assim a sensação de isolamento não permanece; 
# atuar em equipe de saúde, todos igualmente importantes em suas atribuições;
# fazer da família do paciente um aliado verdadeiro aliado, o que é essencial para o sucesso do tratamento;
# informar a essa família que, quando indicado, o colete deve ser usado conforme a especificação médica. O uso do colete é motivo de rejeição, que a meu ver, pode ser contornada com educação, paciência e muito carinho, além das trocas de experiências dos grupos de apoio citados acima;
# nós da saúde temos por obrigação nos manter informados do que se faz pelo mundo para o que o tratamento da escoliose fique além de mais eficiente e seguro, mais agradável, tornando a fase do tratamento que pode acompanhar toda a fase de crescimento , o menos sofrida possível.

Talvez essa lista aumente, então devemos estar prontos para nos adaptar.

Posso afirmar que não há sentimento melhor e mais profundo  que a realização de um tratamento bem sucedido. Vale uma lida no: Escoliose... e um final feliz .

Depois de anos de atendimento e muitos casos de sucesso tenho certeza de estar trilhando um caminho certo. Mais do que nunca defendo o tratamento fisioterapêtico especializado associado ao tratamento ortopédico.
Tenho acesso a estudos científicos corroborando que se a escoliose para ser tratada exigir a utilização de colete deve obrigatorimente ser acompanhada por tratamento fisioterápico.

Por fim, mas não menos importante, devemos estar com nossos corações abertos e preparados para entender como o paciente vê o seu problema.  Essa compreensão nos lembra que somos humanos e como tal devemos nos comportar.

Me parece que quando as energias se dirigem a um objetivo, aceleram o curso natural das coisas.

Ultimamente muitas novidades e boas surpresas vêm surgindo!

Em breve estarei com boas notícias para vocês!!!!

Nunca percam a esperança, nesse momento há muitas pessoas pensando e agindo para que soluções sejam encontradas. Por mais complexos que sejam os problemas eles têm solução!

Vamos a ela!!!!!