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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Contrair o Transverso do abdômen (TA): você realmente é capaz?





No post do dia 12 de Maio de 2010, evidenciei a importância do músculo TA e seus inúmeros benefícios.
Nunca será demais lembrar seu papel fundamental tanto na prevenção e tratamento da dor nas costas, dos MAP- músculos do Assoalho Pélvico - como nos programas de fortalecimento do Core - Core Training - ou no Treinamento Funcional no Fitness, assim como no tratamento da escoliose.

É  dispensável constatar  que não é nada fácil contraí-lo corretamente.

Lembram-se que falei que ele está situado mais profundamente? E que quando sugerimos a sua contração, na grande maioria das vezes, observamos o recrutamento muscular equivocado, como na foto animada do post do dia 12?

Se você tentou, mas teve dificuldade em perceber se fez a contração de forma correta, não está sozinho, então aqui vai mais uma dica:
 

domingo, 19 de dezembro de 2010

6 bons motivos para que todas as mulheres exercitem os MAP

A ginástica para os MAP - Músculos do Assoalho Pélvico - ou Ginástica Pélvica é um elemento essencial para a saúde física, sexual e emocional ao longo da nossa vida. No entanto, essa área do corpo é frequentemente negligenciada.

Porque os músculos do assoalho pélvico são tão importantes, e porque todas as mulheres deveriam fazer exercícios regulares para maximizar o seu desempenho?

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Abaixo os abdominais ou quando o menos é mais

Abdominais, aonde o menos é mais!

No meu passado de desportista adorava fazer mil abdominais por dia.
O que me faz ter certeza de que isso não é fruto de  imaginação são as provas vivas, ou seja, as lesóes decorrentes.

Hoje depois de muita pesquisa e estudo chegou-se a conclusão de que os exercícios abdominais clássicos são danosos à saúde.

Já repararam que os exercícios para braços e pernas apresentam uma determinada série de repetições e que os abdominais apresentam séries intermináveis?
Não parece estranho que seja tão diferente o número de séries entre eles?  Parace lógico?

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Treinar o Core ajuda na dor lombar, mas...



Redefinindo a força do Core.

O treinamento do Core  ou Core Training  tem o objetivo de auxiliar na estabilização, coordenação e organização dos movimentos humanos.

Muitas vezes nos esquecemos que o músculo só é forte na proporção de sua elasticidade. Se fica encurtado devido a exercícios mal planejados e/ou executados, perde seu potencial de força e pior, pode trazer lesão e dor.

O que temos que fazer antes de desenvolver a força do Core, é relaxar, pelo menos, um músculo essencial : o Psoas.

sábado, 17 de julho de 2010

Dor lombar, tem solução?

A importância dos exercícios de fortalecimento do Core na dor lombar.

Os conceitos de Core Training ganharam popularidade na reabilitação da dor lombar.

Porém essa popularidade é maior nos Estados Unidos e Europa. No Brasil ainda é visto como componente do Fitness. Algumas academias de ginástica oferecem aulas de Core Training.
Na Educação Física a visão é preventiva, na Fisioterapia é curativa e preventiva, ou seja, na presença dor a atuação é de competência da reabilitação ou Fisioterapia.

Na Fisioterapia o Core ainda está no seu estágio inicial. Há 2 anos utilizo seus princípios com muito sucesso, após a formação de especialista em  Exercícios Terapêuticos no NASM-National Academy of Sports Medicine- Califórnia, USA.
Ele é extremamente eficaz na resolução das dores lombares (lombalgias) recorrentes, principalmente  naquelas pessoas que já apresentaram várias crises e que sentem a área lombar vulnerável.

A aplicação do Core Training na Fisioterapia é inédita.  

sábado, 10 de julho de 2010

Use-os ou perca-os!

Porque "malhar" os seus MAP (Músculos do assoalho pélvico)

Porque não? Será que devemos passar a nossa vida exercitando quase todos os músculos do corpo menos eles?

Se trata de uma abordagem inovadora, sem dúvida, mas  além de necessária  é indispensável.

Hoje temos relatos, inúmeros estudos e pesquisas que revelam a importância e influência dessa musculatura na nossa saúde e bem estar, vide o post assoalho pélvico ilustre desconhecido.

Em várias oportunidades comentei com meus alunos na faculdade de fisioterapia que estranho bastante o fato de, apesar de nossa cultura ser altamente erotizada -  comerciais de televisão ou outdoors vendem produtos relacionando-os a sexo, desde perfume, fósforo e até pasta de dente! - a maioria das pessoas não se sentem muito à vontade ao abordar a região pélvica.         

O que pode representar um grande problema quando algo na área pélvica não vai bem.

sábado, 5 de junho de 2010

O quadril e a lesão de joelho


Já postei algumas vezes assuntos relacionados a pelve ou quadril: Core, tranverso do abdómen, assoalho pélvico, pois é, isso me intriga e fascina!

Como já falei, o Core está intimamente relacionado à pelve, que por sua vez está ligada ao corpo todo.

A pelve, do ponto de vista fisiológico, abriga órgãos e estruturas que pertencem ao nosso sistema digestivo, urinário, circulatório, nervoso, osteomioarticular e reprodutivo. Com isso ela abriga a possibilidade da mais fantástica das funções, a perpetuação da espécie humana.

Não é de estranhar que a pelve seja central no corpo, conectando a parte superior e inferior do nosso corpo.

Do ponto de vista biomecânico, ela recebe o peso da cabeça, ombros, braços e tronco e absorve as forças de reação do solo, vindas dos membros inferiores.
Mesmo se você não pertencer à área da saúde pode ter uma idéia das forças que resultam alí.

Além disso é aí que se encontra o Centro de Gravidade do nosso corpo. Nosso centro neuro-mecânico de equilíbrio.

E tem mais!  Se lembrarmos do conceito de Tensegridade, 35 músculos se inserem (prendem) nos ossos que compõem a pelve.
Há músculos que se dirigem para cima, para baixo, transversalmente -lembram do transverso?- e diagonalmente.
Se cada um deles imprime tensão na pelve ou quadril, conforme são solicitados é possível visualizar a complexidade de suas ações.
Costumo brincar dizendo que parece um esquema de curso de dança por correspondência. São tantos traços e números que não sabemos por onde começar.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Contrair o Transverso Abdominal, para que?

O músculo transverso abdominal (TA) desempenha um papel muito importante na função e reabilitação dos músculos do assoalho pélvico (MAP), mas a maioria das explicações para o controle da continência não menciona outros exercícios além dos exercícios de Kegel. Porquê? Teriam os meios de comunicação ultra simplificado o método de reforço dos MAP, deixando aqueles que seguem a sua orientação destinados ao fracasso? Acredito que sim.
Kegel foi, sem dúvida alguma, um pioneiro nessa área, mas desde a década de 40 houve descobertas, avanços científicos de grande repercussão para nós. Entre elas a interdependência de todas as estruturas corporais e que a postura jamais pode ser relevada a segundo plano nos exercícios terapêuticos.  
 Hoje vamos dar uma olhada neste músculo postural e do papel que desempenha na estabilidade do Core e na força dos músculos do assoalho pélvico (MAP).

Primeiro, vamos obter um bom visual da nossa anatomia. As fibras musculares do TA, ou abdominais inferiores, cercam nosso abdômen e região pélvica, se inserindo em torno da fáscia toracolombar na nossa região lombar. O nosso músculo TA circunda a área estreita de nossa cintura para baixo e para dentro de nossa entrada da pelve (a área delimitada na parte de trás do nosso sacro e nas laterais por nossos dois ossos ilíacos). As fibras transversais do nosso abdominais inferiores correm ao redor da cintura por dentro da nossa pelve, como um colete ou cinta que podemos "apertar" no nível do nosso umbigo. Este espartilho formado pelas fibras transversais do músculo TA  estreita como um cone terminando no nível do nosso osso púbico. Quando o nosso TA contrai esse cone ele aperta como um "compressor", deslocando ar e pressão para cima e proporciona maior estabilidade para diferentes segmentos de nossa parte inferior da coluna. 

domingo, 4 de abril de 2010

Faz sentido? Core training na Fisioterapia?

O Core Training tem sido extensamente citado como uma serie de exercícios inovadores no fitness.
Muito se fala do “core” associado ao treinamento funcional.
Em primeiro lugar você sabe o que é o Core? Do que se trata? Sua importância? Sua influência na saúde?
Muitas pessoas se beneficiariam de uma melhor compreensão do conceito de Core.
Muitos treinadores ou professores de Educação Física e Fisioterapeutas consideram o Core como sendo outro nome para os músculos abdominais ou a região do abdome, (aquela do tanquinho). Embora estes músculos estejam envolvidos, profissionais treinados e capacitados que realmente conhecem o Core se referem a um “sistema abrangente do corpo”, em vez de um grupo ou grupo especifico de músculos. Esse sistema inclui músculos, tecido conjuntivo, as estruturas esqueléticas, padrões de respiração, ativação neurológica, as estratégias e seqüencias de movimento.